(continuação)
Fomos pra minha casa. Não gosto muito de levar moças desconhecidas para a minha casa, mas pelo menos eu tinha certeza de que não passaria vergonha se meu cartão não funcionasse. E não tava a fim do clima exagerado dos motéis - muita cor, espelhos por todos os lados, lençóis cheio de rendas e botões na cabeceira da cama. Quem se preocupa com botões que fazem a cama mexer? Chegamos em casa e ela já estava louca... me agarrava, levantava minha camiseta, me mordia. Eu já estava ficando louco.
O melhor era o jeitinho delicado, de adolescente. Mas já devia ter uns 25 - talvez tenha vivido uns 60 anos, porque sabia coisas que muitas mulheres experientes não sabiam. Eu tentava retribuir as investidas dela, mas ela parecia que tava me evitando. Não me deixava apertá-la nem beijá-la, nem nada. Mas as mãos delas percorriam rapidamente meu corpo. Tirou minha camiseta e começou a beijar meu peito enquanto acariciava minha barba e puxava meu cabelo. Eu caí sentado no sofá e ela veio por cima, continuando com os beijos - ainda sem me deixar tocá-la. Desabotou minha calça e antes que eu me desse conta ela já tinha me deixado pelado. Me lambeu, me beijou, me deixou louco. E empurrava minha mão cada vez que eu tentava passar a mão nela. Aquilo começou a me deixar um pouco irritado... De repente, ela me deu uma mordida. NO PAU! Reagi instintivamente: gritei, segurei o cabelo dela e puxei com força, afastando a cabeça dela de mim. Não me dei conta da força que usei, mas ela pareceu ter gostado, porque sorriu bem safada e disse que era a minha vez.
Tinha um tufo de cabelo na minha mão. Ela nem deve ter percebido porque tava muito excitada. Entendi o joguinho dela: me fazer ir com sede ao pote. Conseguiu. Ja tava louco de tesão e ainda estava latejando de dor quando arranquei a roupa dela e começei a apertar com tanta força que meus dedos deixaram marcas na pele dela. Deixei meus dedos enroscarem nos cachos do cabelos dela e puxava de vez em quando com força enquanto dava umas mordidas nos seios e barriga dela. Fui descendo... Bonita. Bem bonita. Nunca vi uma tão bonita quanto aquela. Rosada, bem formada, bem cheirosa. Mas chega de descrições. Foi a minha vez de retribuir o "prazer" do boquete que ela tinha proporcionado. Continuei apertando, mordendo, lambendo. Com euforia e agressividade. E ela gemia tão gostoso que só naquele momento percebi que eu não tinha nem colocado uma musiquinha pra acentuar o clima. Depois disso, o resto rolou fácil e bem mais prazeroso. Rolamos pela sala toda. Até a luminária quebrou. Depois fomos pro quarto e ela - que se deu a liberdade de abrir meu guarda-roupa - usou uma gravata pra amarrar minha mão na cama. O melhor de tudo foi não ter nem um pouco de romantismo. Só tinha um clima selvagem de tesão e isso era bom porque eu sabia que quando terminasse a gente não ia ter que ficar abraçado. Até gosto de romantismo, mas aquilo era só sexo, sem sentimentos. Não sei quanto tempo ficamos nos divertindo. Acho que a gente ficou transando por umas duas horas. Quase não acreditei quando acabou. Parecia que eu tava uns vinte quilos mais leve.
Ela disse que ia tomar banho e foi. Já fazia quase meia hora que ela estava lá quando eu fui tomar banho também. Mais uma rodada de beijos, mordidas, tapas, apertões e marcas por todo o corpo. Mais uma vez voltamos por quarto e repetimos a brincadeira. Mais umas duas horas. Já era quase três e meia quando a gente dormiu. E foi como eu pensei - ela virou para um lado, nua na cama, e eu virei pro outro, também peladão. Acordei e era quase dez da manhã. Ela ainda tava dormindo então desci e fui fazer o café da manhã - sem tiros dessa vez. Ouvi os passos na escada e vi ela descendo: mesmo que tivesse acordado naquela hora, estava tão bonita quanto na noite anterior. Enquanto ela comia, vi um pequeno corte no lábio e me senti um pouco constrangido. Antes de ir embora, eu perguntei se agente ia se ver de novo e ela disse que talvez sim. Rabiscou um número de celular num pedaço de papel e deixou jogado em cima da mesa de centro na sala. E disse que ia com frequência no cinema - pra caso eu não encontrasse ela naquele número que tinha me passado. Não rolou último beijo - isso afinal é coisa de casalzinho apaixonado.
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Mas então, que musiquinha de fundo você teria colocado?
ResponderExcluirblondie, sei, aquela do one way or another.
ResponderExcluirEu conheço outra, que chama I Touch Myself; acho que combina bem com a situação aí de cima, hein...
ResponderExcluirA qual Jack você se refere? Me lembro de três filmes que tem um Jack: O Iluminado, Titanic e Brokeback Mountain.
ResponderExcluirImagino que seja O ILuminado, certo?
tem o jack bauer tbm, que toca no kaiser chiefs.
ResponderExcluirmelhor não comentar esse!
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